Eternos Ídolos

Os heróis que honraram a camisa tricolor dentro e fora das quatro linhas e gravaram seus nomes na história do futebol mundial.

Mito 1990 - 2015

Rogério Ceni

O maior goleiro-artilheiro do planeta e recordista mundial de partidas por um único clube (1.237 jogos). Marcou 131 gols, liderou o tricampeonato mundial e ergueu todas as principais taças da história são-paulina.

Mestre 1990 - 1996

Telê Santana

O arquiteto do futebol arte no Morumbi. Sob sua liderança visionária, o Tricolor encantou o mundo, venceu o Barcelona de Johan Cruyff e o Milan de Fabio Capello, transformando o São Paulo numa potência global.

Terror do Morumbi 1987 - 1993, 1998 - 2000

Raí

Elegante, líder e decisivo. O eterno camisa 10 comandou o time nas conquistas das Libertadores e marcou os dois gols da vitória histórica sobre o Barcelona na final do Mundial de Tóquio em 1992.

Identidade Tricolor Décadas de dedicação

Muricy Ramalho

Jogador cria da base e técnico comandante do inédito tricampeonato brasileiro consecutivo (2006, 2007 e 2008). Sinônimo de dedicação, superação e amor incondicional ao clube.

Artilheiro 1983 - 1987

Careca

Um dos maiores centroavantes do futebol brasileiro de todos os tempos. Protagonista do título brasileiro de 1986 contra o Guarani, marcando no último minuto da prorrogação da lendária final.

Velocidade & Decisão 1984 - 1995

Muller

Cria dos Menudos do Morumbi, jogador rápido, técnico e extremamente decisivo. Fez o gol de calcanhar que garantiu o bicampeonato mundial contra o Milan em 1993 no Japão.

El Díos 2003 - 2006, 2016 - 2017

Diego Lugano

Zagueiro uruguaio que personificou a raça e a paixão da torcida são-paulina. Pilar defensivo fundamental no título da Libertadores e do Mundial de Clubes de 2005.

Melhor do Mundo 2001 - 2003, 2014

Kaká

Revelado na base do São Paulo, explodiu para o mundo ao marcar dois gols na final do Torneio Rio-São Paulo de 2001. Mais tarde foi eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA (2007).

Paredão 1990 - 1996

Zetti

Goleiro seguro e herói do primeiro título da Libertadores em 1992 ao defender a penalidade decisiva contra o Newell's Old Boys diante de mais de 100 mil pessoas no Morumbi.